sexta-feira, 21 de junho de 2013

Universitárias posam para calendário sexy para arrecadar fundos para time

Jogadoras do time de netball da Universidade de Bristol, no Reino Unido, posaram para um calendário sexy com o objetivo de arrecadar dinheiro para o time. O calendário será lançado nesta quarta-feira (7). Cada exemplar custa 7 libras (R$ 19,6), segundo o jornal "Metro".
Jogadoras do time de netball da Universidade de Bristol posaram para um calendário sexy.  (Foto: Reprodução)Jogadoras do time de netball da Universidade de Bristol posaram para um calendário sexy. (Foto: Reprodução)

Ex-coelhinha pode ser presa por ajudar namorado a entrar nos EUA

A ex-coelhinha da Playboy Colleen Shannon, de 34 anos, pode pegar até dez meses de cadeia por ter ajudado seu namorado canadense a entrar ilegalmente nos EUA.

Ex-coelhinha da Playboy Colleen Shannon, de 34 anos, pode pegar até dez meses de cadeia (Foto: Dick Blume/The Syracuse Newspapers/AP)
Ex-coelhinha da Playboy Colleen Shannon, de 34 anos, pode pegar até dez meses de cadeia (Foto: Dick
Blume/The Syracuse Newspapers/AP)
 
Colleen compareceu na terça-feira (18) em uma audiência em um tribunal de Syracuse, no estado de Nova York, e se declarou culpada da acusação.
Shannon e seu namorado, Robert Skojo, foram presos em agosto do ano passado em Forth Covington, em Nova York, depois que agentes federais descobriram que ele havia entrado ilegalmente nos EUA.
Skojo pegou seis meses de cadeia e pode ser deportado. Segundo as autoridades, ele tem uma longa ficha criminal no Canadá.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Em entrevista, professor da Ufba fala sobre manifestações em Salvador


Diferente do protesto da última segunda-feira (17), o segundo ato do Movimento Passe Livre foi marcado por confrontos entre policiais e manifestantes. Também foram registrados atos de violência e vandalismo, como aconteceu em outras capitais em dias de jogos da Copa das Confederações, que traz consequências negativas para o movimento.


Em entrevista ao iBahia, o professor e pesquisador de Comunicação e Política da Ufba, Wilson Gomes, analisou a importância do movimento com a proposta do Passe Livre na capital baiana, falou sobre os atos de violência e vandalismo que aconteceram nesta quinta-feira (20) e sobre a diferença em relação ao protesto de segunda-feira. Confira:
Portal iBahia - Qual a importância de um movimento com a proposta do Passe Livre em Salvador?
Wilson Gomes -
Mas você acha que a pauta do MPL [Movimento Passe Livre] é o que mobilizou as pessoas aqui? Bem, o prefeito anunciou esta semana, numa frase cheia de "eu isso, eu aquilo", que não vai permitir aumentos de passagens. E, pelo que eu entendi, embora tenha a meta da “tarifa zero” no transporte público, o gatilho das mobilizações convocadas pelo MPL foi a revogação dos aumentos dados em Porto Alegre, São Paulo e, se não me engano, o Rio.

Como em Salvador não houve aumento nem vai haver, acho que não há uma "provocação" real relacionada a preço de passagens para a reação popular. Ademais, já deve ter entrado no calendário turístico de Salvador os fechamentos de rua e as greves anuais relacionadas aos aumentos de tarifas de ônibus... uma coisa tão nossa que nem precisaria ser "importada". Ou será que estão ajustando o nosso calendário de manifestações ao calendário nacional, como o governo sempre quis fazer com o horário de verão?

Portal iBahia - Como você explica os atos de violência e vandalismo que acontecem no protesto desta quinta-feira (20)?
Qual foi a diferença fundamental em relação ao protesto de segunda-feira (17)?
WG -
Explico nada, no máximo eu arrisco umas hipóteses. Estes protestos de rua são compostos, no varejo, por pautas extremamente diversificadas, algumas até contraditórias. No atacado, há no ar um descontentamento com o status quo da política e do governo (que afinal, é uma razão genérica para qualquer mobilização de massa) como aglutinador geral. Do ponto de vista dos tipos humanos e políticos que compõem as manifestações, dá-se o mesmo - no varejo há “de um tudo”, inclusive a galera mais pit-bull, que acha que passeata pacífica é procissão religiosa e que em política há que ter “mais fricção”. Tudo depende de qual é a predominância: se da menina da Graça, cartaz de cartolina no alto, onde se lê, em guache verde e amarelo, "Eu saí do Facebook"; se do tiozinho politicamente romântico que acha lindo "o povo ocupando as ruas"; se do manifestante Ferrabrás, combinação de fé política e testosterona, que ruge, picha, invade e quebra, porque "todos os poderes são do povo".

De tudo há um pouco, e todos têm o direito de estar lá. Manifestações de massa são homogêneas apenas porque as nossas fantasias políticas se encarregam de dar um jeitinho nos fatos e nas nossas memórias. Na realidade, elas são pura aglutinação de agendas, grupos de interesses e tipos humanos.

A diferença com relação a segunda-feira é que aquele primeiro ato foi do tipo mais básico de protesto, que eu chamo de "manifestação de obstrução" - fecha-se uma via pública num horário de pico, cria-se o transtorno para quem precisa se deslocar, com o propósito de se comunicar ao público e às autoridades uma pauta qualquer. Neste caso, o propósito da comunicação política (toda manifestação é uma forma de comunicação política) passa por incomodar e hostilizar, por isso mesmo recolhem tanta antipatia social.

Mas o conjunto das manifestações do Brasil já havia passado desse nível desde a quinta anterior, graças à insana reação da polícia de choque de Alckmin já havia se transformado em "manifestação de massa". Este segundo tipo é cercado de amor, compreensão, porque mexe com fantasias do nosso romantismo político: tem a ver com nossas crenças profundas em democracia direta, em autogoverno, em soberania popular, em generosidade coletiva, sonhos de transformação mundo, coisas assim. E chegam a este volume porque é capaz de somar aos hipermobilizados e hiperengajados, que são os manifestantes semi-profissionais, muitas e muitas camadas de outras tribos, agendas e interesses.

Os manifestantes de Salvador acharam que podiam dar um passo além, aproveitando a simpatia geral e a agregação que daí resultou de muitos manifestantes não-profissionais. Mas em vez de fazer uma grande marcha pela cidade, para que os meninos de cartazes de cartolina pudessem fazer suas fotos para o Instagram e sustentar pautas sem adversários pela educação ou contra os políticos; em vez de promover um Happening para mostrar volume e oferecer takes para a TV e fotos para os jornais do dia seguinte sobre “a volta do povo baiano às ruas para protestar contra a política”; em vez disso, resolveu apostar em outra agenda de confronto, das 5.467 disponíveis: confrontar a Copa das Confederações e, naturalmente, tudo o que ela representa, que vai desde uma cruel inversão de prioridades nos gastos públicos, até a excessiva intromissão da FIFA na vida de uma cidade orgulhosa. Sabia que o governo teria que reagir a qualquer risco de obstrução dos acessos à Fonte Nova.

Os dois atores (manifestantes e governo), em virtude de uma decisão tática dos primeiros, colocaram-se em uma situação de impasse muito precária. Assim que a ponta de lança da galera mais feroz acendeu o pavio, a ponta de lança da bruta polícia baiana reagiu. Se a polícia baiana, em geral, tem pouca compreensão de cidadania e direitos, imagine a tropa de choque, que é uma polícia de confronto. Tudo aconteceu conforme o previsível, para a satisfação do hoolingan de passeata que, enfim, recebeu da polícia o seu batismo de heroísmo e resistência, para o contentamento das autoridades que mostraram que nesta cidade há governo (lembro que isso foi uma pauta das últimas eleições), para o susto e o pavor de todos os outros envolvidos.

Reportagem original: iBahia
Em entrevista, professor da Ufba fala sobre manifestações em Salvador

O Prefeito de Salvador ACM Neto lamenta infiltração de vândalos em manifestação

O prefeito ACM Neto se manifestou a respeito da manifestação desta quinta-feira (20). Ele lamentou que um pequeno grupo de vândalos que destruíram alguns equipamentos públicos e também privados tenha tentado manchar a grandiosidade e a nobreza dos protestos ocorridos em Salvador.


“A maioria das pessoas que foi às ruas se manifestar fez de forma ordeira e pacífica. A manifestação faz parte da democracia e é plenamente aceita, devendo ser entendida por todos. O lamentável é a ação dos radicais", disse ACM Neto. O prefeito considera os protestos que aconteceram em Salvador foram considerados pelo prefeito "legítimos, democráticos e com espírito pacífico".

O Governo do Estado emitiu uma nota em repúdio aos atos de vandalismo e de depredação do patrimônio público e privado que aconteceram durante o confronto entre a polícia e os manifestantes.

Para o secretário estadual de Comunicação Social, Robinson Almeida, a orientação aos policiais militares foi de que fosse mantida a negociação e o diálogo com as lideranças dos manifestantes.

“Infelizmente uma pequena minoria tentou romper os limites estabelecidos da faixa de segurança para os torcedores que foram assistir ao jogo Nigéria e Uruguai, na Arena Fonte Nova. Na democracia, tem que ser respeitado o direito da manifestação, e também a segurança dos manifestantes e dos torcedores e famílias que vão para o estádio”.

Artistas da Bahia marcam presença no movimento Passe Livre

Por; Bianca Lyu
23/06/2013


/ Crédito: Arisson Marinho

O movimento Passe Livre ganhou a adesão de artistas baianos que, como os cerca de 40 mil apoiadores, saíram das redes sociais e invadiram o Campo Grande, ponto de concentração dos protestantes que seguem em direção a Arena Fonte Nova. Os cantores Levi Lima, Saulo , Tomate e o Artista Plástico Juarez Anunciação se vestiram de branco e já estão no local para engrossar o coro da manifestação.
Segundo o Correio da Bahia, Márcio Victor, Adelmo Casé e Alinne Rosa se falaram nos últimos dias e devem marcar presença no evento. Tais Nader, nora de Daniela Mercury, e Aila Menezes, do Cabeça de Nós Todos, também disseram que farão parte do protesto

Juarez Anunciação estilo São João 2013!

Por; Bianca Lyu
20/06/2013







Mais novidades no Facebook do Artista; http://www.facebook.com/juarez.anunciacao.16?ref=tn_tnmn

terça-feira, 18 de junho de 2013

Samuel L. Jackson QUER participar de Agents of SHIELD!

 Por; Renan Martins Frade

Quando começaram a rolar as primeiras informações sobre Agents of SHIELD, Joss Whedon disse que a série se passaria no mesmo universo dos filmes, mas não teria os heróis d’Os Vingadores. Afinal, é de se imaginar que ter caras como Robert Downey Jr. e Chris Evans na produção aumentaria muito os custos. Além disso, é legal saber o que acontece quando os super-heróis estão muito ocupados para nos defender…
Porém, até para reforçar o link com os filmes, foi confirmado que Clark Gregg, o agente Coulson, estaria na série meio que como o líder da equipe de agentes protagonistas. Já dava pra dizer que estava ótimo, não? Mas tem alguém aí querendo MAIS… :D

Samuel L. Jackson, em entrevista ao Vulture, comentou “eu gostaria de estar lá — você lembra da voz do Charlie em As Panteras? Isso seria perfeito porque todo mundo reconhece a minha voz. Seria muito bom pra mim. E eu falei isso pro Joss”, contou o ator. Pensa: ele estaria lá, na série, mas sem perder tempo gravando cenas. Bastava gravar alguns áudios com as falas e mandar pros caras. Pronto, você teria Nick Fury em pessoa fazendo umas participações em Agents of SHIELD mandando aqueles personagem levantarem a bunda da cadeira pra salvar a Terra. :D
Pena que o mudo não é tão simples assim. Jackson tem um contrato para fazer os filmes, não a série. Por mais que o ator seja esse cara legalzão que tope participar de qualquer boa ideia, sempre tem algum envolvimento financeiro. E se ele topar fazer por um valor simbólico, existe a chance de ter um advogado chato no meio da história, que vai barrar o acordo para evitar que a Marvel Studios fique suscetível a um processo futuro e blá blá blá. Advogados. :/
O ator, inclusive, tem ciência disso, apesar de não abandonar a ideia. “Joss não pode me contratar, eu acho. Disney, Marvel, vamos ver o que eles pensam. Isso legitimaria o programa de uma outra maneira”. Aproveitando a deixa, Samuca continuou mandando diretas para a Disney. “Eu acho que é a mesma coisa com Star Wars – eu estaria lá também. Tragam Mace Windu de volta!”.
Isso aí. Bora lançar a campanha “Nick Fury como voz em Agents of SHIELD” e “Mace Windu como fantasma em Star Wars VII”. Quem tá dentro? :D